volta às aulas…

volta às aulas e a nossa vidinha normal….

Muitas de nós já estamos correndo sem parar, preparando as coisas pros “filhotes” que voltam pras escolas, e nós pras nossas atividades…. ufa!!!!

Mas, vc já percebeu no seu filho alguma indisposição para esse tempo que deveria ser de ALEGRIA???

Será que para o seu filho, aprender, ir a escola tem sido um sofrimento????

Fique atenta a alguns detalhes que podem estar acontecendo com ele ou ela…

E essas dicas eu li numa reportagem super completa sobre crianças com disturbios de atenção…

Esses sintomas muitas vezes passam pelas nossas vidas, pelas vidas dos nossos filhos na primeira infância, entram pelos anos escolares dos nossos queridos, e achamos que eles “não estão nem aí” com o estudo…

mas muitas vezes eles estão se debatendo para encontrar um caminho para lutar com essas dificuldades…

estão num embaraçado, tentando desembaraçar…

e, será, que estamos atentos para ajudar????

Até que idade eles lutarão em busca de uma ajuda, se não estivermos atentos….

Vale a pena dar uma lida na reportagem…. principalmente se no quadro acima vc se identificou com alguma coisa!!!!

Quando aprender é um sofrimento

“Crianças com distúrbios de aprendizagem podem chegar à vida adulta sem desenvolver plenamente suas capacidades

É na idade escolar que os sintomas dos distúrbios de aprendizagem tornam-se mais visíveis. A criança tem dificuldades em áreas como escrita, leitura e matemática – problemas frequentemente confundidos com falta de inteligência, preguiça ou desleixo. É verdade que nem todos os casos são de distúrbios de aprendizagem. A maioria, aliás, está relacionada à falta de motivação, inadequação ao método de ensino, problemas na interação com o professor e até doenças como anemia, depressão ou comprometimento da visão e audição. Todas essas questões influenciam o aprendizado e devem ser descartadas antes de se partir para o passo seguinte: investigar a existência de distúrbios de aprendizagem, que são disfunções de bases neurobiológicas.

“Quando essas disfunções não são adequadamente identificadas e tratadas, a criança pode ter seu desenvolvimento escolar, psicológico e social comprometido e, por vezes, carregar o problema ao longo da vida. Além de afetar o desempenho educacional, esses transtornos acabam com a autoestima e podem, ao longo do tempo, desencadear outros sintomas, como ansiedade e depressão”…

O diagnóstico não é fácil, pois não há exames de imagem ou laboratoriais que permitam identificar esses distúrbios. Em geral, isso é feito por meio da avaliação da criança por diferentes profissionais, como neurologista, psicopedagogo, psicólogo e fonoaudiólogo.

Dislexia

A dislexia atinge de 4% a 5% da população e é caracterizada pela falta de fluência na leitura, dificuldade para soletrar, fazer rimas e escrever corretamente. O disléxico costuma trocar sílabas e letras parecidas, como “v” e “u”, na hora de ler e escrever. “Mesmo sendo inteligente e apresentando bom desempenho em outras áreas, quem tem o problema acaba ganhando o rótulo de burro e preguiçoso. A tendência é, com o tempo, perder o interesse pela escola”

O diagnóstico é feito a partir da avaliação de uma equipe multifuncional formada por neurologista, psicopedagogo, psicólogo e fonoaudiólogo, com base na história da criança e em uma série de testes que mostram sua capacidade para desenvolver determinadas atividades.

O tratamento inclui exercícios de decodificação fonológica para reabilitar as funções neurológicas envolvidas no aprendizado. 

Transtorno não-verbal da aprendizagem

Algumas pessoas leem fluentemente, mas não conseguem interpretar o conteúdo de um texto, têm dificuldade para realizar operações matemáticas mais complexas e executar tarefas como desenhar um cubo, jogar tênis ou andar de bicicleta.

A avaliação, como na dislexia, é feita por uma equipe interdisciplinar, a partir da aplicação de testes neuropsicológicos. O tratamento também deve envolver diferentes profissionais, como neurologista, psicólogo e fonoaudiólogo.

Discalculia

A criança com discalculia pode apresentar um desenvolvimento cognitivo normal e, mesmo assim, enfrentar sérias dificuldades com a matemática.

O tratamento, orientado pelo neurologista, envolve a realização de jogos e atividades psicopedagógicas que facilitam a descoberta de novos processos de aprendizagem.

TDAH

Observado em 5% a 6% das crianças e jovens de até 18 anos, o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) afeta a aprendizagem, principalmente em razão da impulsividade, dificuldade para se concentrar e memorizar.

Quando chega ao final da leitura de um texto, o portador de TDAH muitas vezes não lembra mais do início. Outro problema que pode estar associado é o difícil relacionamento com pais, professores e colegas de classe. No adulto, o TDAH costuma afetar o sucesso profissional e o convívio familiar, afetivo e social.

O diagnóstico não é simples. A criança precisa ser submetida a uma avaliação extensa, na qual se busca identificar os prejuízos causados nos diferentes ambientes frequentados, como o familiar e o escolar, em um período mínimo de seis meses. A doença pode ser tratada com medicamento, acompanhamento de psicopedagogo para o paciente e também para a família.”

beijos

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